terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Dezembro passou rápido

 A vida passou rápido, passei pelos mesmos lugares,


 Tudo,até  o novo parece o mesmo


 fiquei muito no mesmo lugar.


  Me encantei com as mesmas imagens

 Ah !  As festas !  Foram boas, sem confusões, sempre um sentimento de incompletude até que percebi que ao invés de queixa-me do que faltava, deveria alegrar-me com o que me era presente, possível.

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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

De novembro ?


Fotografei pouco, continuo sem conseguir  regular minha câmera, e a pequena, que salva, tambem com alguns problemas. Faz parte. Mas mesmo assim, como a vida é colorida ! Aqui, perto de casa.

 E comecei o mês tendo que participar de um seminário profissional. Que triste. O lugar era assim.



 Passeei tambem, de barco.



 Levei minha própria paparazzi, flagrou-me em descanso, que não sou de ferro, nem nada
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 Outro dia, indo bem cedo para o trabalho, meus extras.  Estou sem receber os  $$$$  há seis meses, mas ganho coisas como essa aurora.



 Sempre me impressiono com isso. Lembra-me um livro que li, na juventude, num tempo que hoje chamariam adolescência, com descrições do sofrimento do trabalhador das salinas do Nordeste.



 Em um caminho de sempre, vi isso, incomum. Poucos dias depois, e depois, não vi mais.



 Encanto-me, pois fica a duvida se fungos ou manifestações de duendes.



 Isso eu sempre vejo, de longe mesmo, por outro angulo. Neste dia, com certa folga no Tempo, desviei, vi de perto.  Como os Conquistadores de Pindorama  ocuparam os lugares considerados sagrados pelos Habitantes Originais , os povos tradicionais  sendo expulsos, para construir seus próprios templos, e usurparam e desfrutaram da Magia e Poder dos lugares. Aqui, ou em Cuzco, ou em qualquer terra onde chegaram, conquistadores  vindos em nome de um Império travestido em religião, em  nome do que nunca praticaram, destruindo, matando, roubando, ocupando.

 Um chão comum.

 Lá, bem num meio da paisagem, o Valente, meu quartomóvel.


Aqui um por do sol, lá um  nascer, poentes e  auroras , sempre deslumbrantes em meus caminhos.


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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

OUTUBRO , ROTINA,

ESTRANHA ROTINA...


Trabalhos que a princípio me pareceram tranquilos, viraram pesadelo.

A neblina de minha serra, as podas enlouquecidas das árvores de lá.

Pena que a camera estava com serio defeito, mas essa imagem, que vejo sempre em minhas passagens, eu adoro. Foto feita de dentro do carro, embaçado, em um dia de chuva e neblina
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Quase do lado de casa, todo amanhecer é um espetáculo, assim como o entardecer.




Descobrindo mais areas com predios historicos na região. adoro museus, velharias...


muita, muita quilometragem

Alguns sustos básicos, como anoitecer as tres da tarde em pleno "lugar nenhum"  - para mim, pois ali não conheço ninguém

Mas muita, muita beleza

e alguns contratempos, mas o do caminhoneiro foi maior.

exatamente sobre a estrada o céu se dividia em sol e tempestade, por quilometros a fio.


Na minha deliciosa bagunça aparente, o melhor lugar para ler, na varanda.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

PARA NÃO ME ESQUECER

COMO ESTÁ  AQUI,  HOJE, 01 /11 /11







Depois da colheita, olho em volta, as próximas se preparam






 

E lá, no reflexo, eu e algumas amigas


Fernandão, a gaivota arborícola que mora na mangueira, certamente está lá, escondida entre-folhas. Suas marcas são bem visíveis no piso.


domingo, 16 de outubro de 2011

SETEMBRO

 Muito vento

 Muita seca, até a maré ficou muito baixa, onde haviam garças, agora pastam cavalos

 as viagens foram as mesmas, as mesmas estradas

os pastos e árvores viraram cinzas e carvão. E muita poeira.


 A Gaivota voltou para a mangueira do quintal

 E chuva, muitos dias de chuva

Comer frutas do pé, sem chance, as aves estavam famintas, as frutas nem amadureciam.


 cruzei varias vezes a Serra do Mar, em vários pontos


 Descendo...

 e subindo...Ainda ao longe a muralha, as nuvens no caminho

 chegando ao pé da serra, aproximando-se das nuvens, da chuva...

 subindo entre nuvens

depois do aniversário do neto mais velho, lá nas Geraes, vou voltando e já no Rio de Janeiro ainda experimento outros caminhos
 descobrindo novos vales






  outros meandros dos velhos rios, em trechos que não conhecia



isso e muito mais,  fez o mês ficar grande.
Enorme mesmo.


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